Selecionamos as principais estampas da temporada e contamos a história de cada uma para começar o nosso passeio pela nova coleção. ;)

Juta

O verde das folhagens, o azul das águas e as mais belas flores compõem a suavidade dessa estampa que mistura flores nativas a uma textura simples e rústica.

Palafitas

Como um passeio sobre o Rio Amazonas, a estampa o voo das flores pela mata até pairar em meio às palafitas da florestas.

Skyline

Gráfica e feminina, a estampa desenha em formas tigradas ícones da cidade maravilhosa.

Namorado

Um dos peixes mais conhecidos dos rios em mares brasileiros é inspiração para a estampa que traz doçura e originalidade nos tons Areia e Preto.

Tucano

Um dos ícones da floresta, a estampa traz a leveza e delicadeza desta ave misturada ao camuflado das folhas de bananeira.

Barquinho

Ícone do nosso litoral, os barcos ganham versão geométrica e uma composição harmônica de cores que nos remetem às pequenas embarcações.

Qual a sua preferida?

Ao som do mar e pelos campos mais floridos, a Maria Filó se inspira na beleza natural dessa terra tão gentil, em uma coleção que homenageia cada detalhe da nossa Terra Adorada.

Fique ligada, pois ao longo da semana divulgaremos detalhes da temporada e agenda de lançamento aqui Na Filó.

 

O Amor, o Erro e o Acerto

Há sempre o desejo de acertar.
Acertar nas escolhas, acertar na roupa, acertar na vida com as atitudes e palavras mais certas. Só que a gente erra, erra muito, e não raro, erra feio. E aí, o que a gente faz com os erros? Sofre, ou aceita. Aceita que a gente só aprende errando. Aceita que é exatamente no meio das tentativas de fazer certo que reside o erro. Aceita que o erro é uma perspectiva de acerto. Então, não dá pra ter medo de errar, se o que se deseja, é acertar.
Tudo que deu certo no mundo passou por muitas tentativas que não deram certo, leia-se aí, erro, até haver o acerto. Foi assim com os grandes inventos, com as grandes descobertas, na arte e na vida. Pra aprender a andar, a gente caiu dúzias de vezes. Não fossem os tombos, não haveriam os passos certos. Foi assim com o aprendizado das letras e dos números. Tudo que sabemos passou por tentativa e erro.
Olhar o erro com menos severidade é um acerto. Erros pequenos e os grandes também, porque no mundo adulto estão as lições mais difíceis.  Se aceitar e aceitar o outro nas qualidades é tão fácil quanto degustar um doce mamão com açúcar. Abraçar nos tropeços, achar razões para amar mesmo e apesar de todas as limitações, é uma tentativa que vale um grande acerto. Tudo tem a ver com o amor. Amor que independe dos erros. Então, será tudo uma questão de amor? Não há como saber ao certo, mas é muito certo que não há erro que não se acerte quando as tentativas são feitas com amor.

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